quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Hayley Williams concede uma entrevista a Cosmopolitan UK

Durante sua passagem por Michigan, Hayley Williams cedeu uma entrevista à revista Cosmopolitan UK. Hayley cita seus planos para o futuro da banda, sua linha de tintura de cabelo e o desempenho da mulher no cenário musical.


Hayley Williams do Paramore no Reading & Leeds, mulheres, cabelo e mais um monte de coisas que não temos espaço para colocar no título.
 
Ah Paramore. Nós cantamos as músicas deles quando estamos indo pra casa bêbados, cantamos Misery Business no karaokê e estamos muito empolgados com a apresentação deles no festival Reading & Leeds.
Nós conversamos com a vocalista Hayley Williams quando ela encontrou um tempinho para nós no ônibus da turnê (ela está atualmente na Monumentour com o Fall Out Boy).

Oi, querida!
Oi!

Então, onde vocês estão agora e o que podem ver?
Nós estamos na estrada passando por Michigan, pois temos um show em Detroit.

Parece que está todo mundo enlouquecendo com essa turnê no Twitter. Vocês têm se divertido muito?
Sim… Eu sinto como se nós deveríamos ter feito isso há muito tempo. Nós [e Fall Out Boy] meio que viemos do mesmo mundo, mas essa oportunidade ocorreu e nós somos capazes de crescer e fazer coisas fora desse mundo de onde viemos e sermos aceitos. É muito legal. Toda noite é uma celebração.

Nós estamos ansiosos para tê-los de volta em agosto no festival Reading & Leeds no Reino Unido.
Sim! Nós também!

Como está sendo ser atração principal junto com o Queens of The Stone Age?
Eu não sei, acho que eles não poderiam decidir qual banda é a melhor.

Então vai ser tipo… vocês tocam uma música e então eles tocam outra, ou vocês vão fazer tudo isso juntos? Ou vocês vão tocar no Leeds e eles no Reading ou tanto faz?
Eu acho que nós vamos revezar, mas acredito que Queens é uma banda melhor. Mas eu tenho que dizer isso de qualquer forma; Não é legal ser metido.

Mas podem se orgulhar também, o Paramore está em um momento legal.
Sim, fico feliz por nós finalmente estarmos no topo. Já tocamos várias vezes antes da banda principal nesse festival.

O útlimo show foi brilhante.
Sim, da última vez tocamos antes do The Cure, isso foi insano!
Então, vocês estão em turnê com seu novo álbum por mais de um ano.
Sim, um ano e meio. É louco.

Ainda é legal de tocar ou vocês ou já se cansaram?
Ainda é legal porque não tocamos o álbum inteiro. Nós fizemos mais no cruzeiro porque tivemos muito mais tempo, mas não, eu ainda não estou cansada de tocar estas músicas. Eu acredito que esse é o melhor trabalho que já fizemos e é legal poder mostrar isso para as pessoas.

Podemos esperar alguma surpresa no Reading ou vocês vão continuar tocando os hits?
Bom, isso depende de quanto tempo nós iremos ter. Eu notei que nessa turnê temos uma set menor do que se fosse uma única banda headliner. Ainda parece um grande show, mesmo que não seja completo. Eu quero dizer, no fim do último ano nós estávamos fazendo shows de 100 minutos, isso é muito para uma banda como a nossa, especialmente com um monte de músicas rápidas.


E um monte de saltos o tempo todo. Você deve usar sapatos confortáveis.
Sim, exatamente. É bem atlético. Depende, nós não nos decidimos ainda. Vamos fazer algo derivado do que já havíamos feito. Aí então nós vamos ver o que se encaixa melhor. Eu sei que irá ter várias pessoas que nos apoiam há muito tempo, mas também alguns que nunca assistiram a um show nosso antes. É sobre entreter ambos.

Empolgante. Então, obviamente, as coisas estão funcionando muito bem para vocês no momento, e você é claramente uma mulher ambiciosa. O que ainda falta alcançar?
Eu não sei. Nós riscamos todos os grandes objetivos. Mas talvez seja algo que você descubra ao longo do caminho, você decide quais portas deverão ser abertas e que tipo de inspiração vem. Na altura em que nossa carreira se encontra, nós apenas tentamos seguir os nossos instintos, sobre quem nós somos, que tipo de música fazemos, como isso irá se encaixar? Como isso expressa onde nós estamos no momento? Nós nunca seguimos algo. Nós só queremos ser o Paramore. Queremos vender essa ideia para as pessoas, continuar ganhando fãs, uma família ao redor do mundo, então isso poderá crescer naturalmente e não à força.

É um momento muito bom para as mulheres na música, não acha?
Eu amo isso, e acho realmente incrível. Há 10 anos – quando estávamos começando – teria sido muito motivador se tivessem mais meninas da minha idade para eu fazer amizade ou para me entenderem. Isso está sendo normal de ver. Eu notei que na Warped Tour desse ano havia muitas bandas com uma ou mais integrantes mulheres. É legal. Há uma música de grande qualidade vindo com as mulheres no momento, de qualquer forma. Eu gosto de ser uma delas.

Nós também gostamos que você seja uma delas. Mas, quase toda mulher na música fala sobre sexismo na indústria – que tipo de experiência você teve com isso?
Eu não acredito que você possa escapar disso, não importa quanto tempo tenha nos palcos. Isso foi obviamente pior quando nós eramos jovens e uma banda menor. E eu prestava mais atenção nisso porque era mais sensível. Tocando em shows, alguns caras não sabem como agir com uma garota no palco, ainda mais com um microfone na mão, o que eu acredito que impõe autoridade de certa forma. É engraçado pensar que algumas pessoas não sabem lidar com isso. Mas eu aprendi a lidar com isso desde cedo, inicialmente algumas pessoas eram expulsas da plateia, mas outras nos apoiavam.  Agora eu apenas ignoro.
A opinião de uma pessoa ignorante em um show não afeta o nosso alcance ou o que quero fazer como pessoa ou mulher. Eu tento escolher as minha batalhas. Quando eu vejo outras bandas passando por isso  eu penso “ah, droga” porque eu lembro como me sentia quando era mais nova. Eu tenho uma amiga na banda Candyhearts e ela vê um monte de coisas estúpidas na internet por eles serem uma banda nova. Nós conversamos sobre isso e eu tento apoiar ela. No fim das contas quem realmente importa são as pessoas que te apoiam .

Você já recebeu algum consellho que guarda até hoje?
Eu diria que não, tentando parecer feminista, mas de uma maneira geral, Shirley Manson tem me apoiado muito. Ela é incrível para mim. Eu não toco com ela há muito tempo, mas há um ano e meio quando tocamos no Soundwave, nossa primeira turnê para divulgar o álbum auto intitulado, ela me apoiou muito e dizia “precisamos  de garotas duronas, precisamos de garotas com atitudes, que não tenham medo de detonar no palco e não abaixem a cabeça só porque alguém diz que você não pode fazer algo”. São palavras simples, mas ela me apoiou muito, não somente sobre este assunto, mas também sobre a nossa música e o que queremos como banda. Ela é uma artista e escritora incrível e eu realmente a respeito, conhecer alguém assim – as vezes você consegue conhecer seus ídolos e não é tão ruim assim.

Você e o Paramore como um todo sempre foram muito bons em incentivar a individualidade…  
Eu era assim na escola também. Me vestia um pouco diferente das outras pessoas e gostava disso, você sabe… ser diferente. Não que eu goste de pessoas olhando pra mim, mas quando eu era criança pensava que todo mundo deveria ser diferente. Isso só me faz sentir mais determinada, porque eu sei que cada pessoa que nos escreve, não importa por onde, seja no Twitter ou outro meio, estão tendo dificuldades para se adaptar ou sofrendo bullying, eu sinto como se fosse comigo, porque sei como é passar por isso.A música era um grande refúgio. Isso não resolve tudo, mas te permite sentar em um quarto e escrever uma música, ou com pessoas que tem as mesmas ideias que você e querem criar algo. Não precisam ser iguais a você, mas devem compartilhar os mesmos objetivos, querer se expresser, sei lá. Pra mim não importa se você pinta o cabelo ou escreve um poema, se é isso que você quer, não se preocupe com o que os outros pensam, isso é estupidez.


Toda vez que vou em um show do Paramore, está cheio de garotas com cabelos coloridos selvagens, isso deve ser muito legal de ver!
Sim, eu amo isso e é bem mais recebido hoje em dia. É normal ver pessoas com cabelo de cor neon ou maquiagem  louca, mas eu acredito que as pessoas estão lutando pelos seus direitos de expressão, ou apenas parecer bobos ou se vestir de uma forma maluca. Precisamos de pessoas assim no mundo se não vamos acabar andando por aí com pastas, ternos e gravatas.
O mais engraçado é quando eu e os garotos estamos entrando no avião e todo mundo fica olhando para nós por estarmos sentados junto com o pessoal dos negócios, e eles ficam tipo “Uhh vocês deveriam sair daqui”. Nós pagamos como todos vocês de terno e gravata. Não estou dizendo que todos deveriam ser como nós, mas é legal podermos ser assim. É legal poder mostrar isso as pessoas, principalmente as mais novas, que é possível.

E você tem sua própria linha de tintura de cabelo lançada nesse ano ou no próximo ano?
Estou trabalhando nisso agora mesmo. Tenho ido a muitas reuniões e tem sido muito agitado porque estamos no processo criativo. Nunca imagina começar algo que não fosse relacionado a banda. É diferente, tenho aprendido muito. Ontem de noite eu estava lendo uns emails e sobre negócios, foi interessante. É um processo divertido. Quando eu puder convidar as pessoas pra mostrar tudo que está acontecendo, eu irei. Ainda é muito cedo pra comentar qualquer coisa..

Você devia fazer alguns trocadilhos com as músicas do tipo “Still Into Blue” ou “Ain’t It Plum”…
Ótima ideia! Amo trocadilhos sim e com certeza vão ter muitos.
MAL POSSO ESPERAR.


Fonte:

http://www.paramore.com.br/cosmopolitan-uk-entrevista-hayley-williams/#.U-JjkSC5dYc

Hayley fala sobre o cancelamento dos shows em Corpus Christi e Dallas, TX

O Paramore teve que cancelar os shows da Monumentour devido ao estado de saúde da Hayley Assim como ontem, em Corpus Christi, Paramore teve que cancelar o show de hoje, que aconteceria em Dallas, no Texas, pois Hayley ainda está doente. Para esclarecer o assunto, Hayley publicou uma pequena nota no site oficial da banda. Confira a tradução:


Escrevendo da minha cama para deixar vocês saberem que meu médico e meu preparador vocal me falaram que eu não posso me apresentar hoje também. Eu tenho uma inflamação no peito e… Alguma coisa chamada “exaustão”. Ha. 
Palavras nessa pequena mensagem não podem começar a explicar minha frustração, tristeza e tontura (essa última é pela cortisona e antibióticos… ugh.) 
Corpus Christi, vocês estiveram em minha mente desde que eu acordei essa tarde em Dallas, estarão em minha mente pelo resto da noite. Eu absolutamente odeio cancelar qualquer coisa. Admitir derrota é algo difícil pra essa garota. 
Enfim. Obrigada por entenderem da melhor forma possível. Claro que qualquer frustração da parte de vocês é totalmente compreensível. Estou grata por todos os desejos de melhora e todo o amor que vi online. Um obrigado especial ao FOB por estenderem o set deles na última noite. Nós absolutamente amamos estar aqui com esses caras e a equipe deles. 
Sobre o resto da turnê: ainda está valendo. O médico acha que eu estarei boa no dia seguinte e certamente antes do próximo show. 
Texas, os caras e eu estaremos de volta assim que pudermos.
Reze por mim se você reza. “Toca aqui” se não. 
Com amor,
Hayley.

Fonte: http://www.paramorebr.com/2014/08/hayley-fala-sobre-o-cancelamento-dos-shows/

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Colton Dixon cita Hayley Williams como “dueto perfeito”

Colton Dixon, cantor de Rock Cristão do Tennessee que ficou conhecido após participar da 11° edição do American Idol, concedeu uma entrevista ao Digital Journal e citou Hayley Williams como seu dueto feminino dos sonhos. Confira o trecho:


Na entrevista ele falou sobre o seu novo Clipe “More Of You” e seu CD “Anchor”. Declaradamente fã de Paramore, quando perguntado quem era o seu sonho de dueto feminino ele respondeu:
“Hayley Williams! Eu sempre fui fã de Paramore. Sua voz é ótima e eu amo a banda. Eu amo sua música e sua escrita”, disse ele.
Colton, sempre declarou o seu amor pelo Paramore em várias entrevistas e até mesmo no American Idol, onde cantou “Decode”. Confira aqui o vídeo da apresentação:



Fonte: http://www.paramore.com.br/colton-dixon-do-american-idol-cita-hayley-williams-como-dueto-perfeito/#.U-AbFSC5dYc

Taylor Swift ajuda alguns fãs com conselhos e mensagens de apoio e cita “Hate To See Your Heart Break”

Taylor Swift, que tem o fim de relacionamentos como temática de grande parte de suas músicas, resolveu agora ajudar alguns fãs a passar por esse momento difícil. Ela tem enviado conselhos e mensagens de apoio aos seus fãs e em uma dessas mensagens ela citou o Paramore. Veja abaixo um trecho da mensagem que a Taylor enviou a uma de suas fãs:
Uma fã enviou uma mensagem para Taylor, dizendo que estava muito triste, com o coração partido, por terminar o namoro com um amigo de infância e ela respondeu:
“Nas palavras de uma das minhas canções favoritas do Paramore, ‘eu odeio ver o seu coração quebrar’. Honestamente, eu desejaria que nunca tivesse acontecido com você e eu gostaria que você pudesse acelerar o tempo e, de repente, ver essa dor passar. A gente se acostuma com as coisas, não é?”
Taylor é declaradamente fã de Paramore, e uma das melhores amigas da Hayley Williams.



Fonte: http://www.paramore.com.br/em-mensagem-a-fa-taylor-swift-cita-hate-to-see-your-heart-break/#.U-AYpSC5dYc

Monumentour - 25 e 26 confira os shows em Houston, Texas e Austin, Texas

Show 25

Still Into You
That’s What You Get

For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic
Ignorance
Pressure
Decode
The Only Exception
Last Hope
Brick By Boring Brick
Misery Business
Let The Flames Begin
Part II
Proof
Ain’t It Fun










Show 26

Still Into You
That’s What You Get

For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic 
Ignorance
Pressure
Decode
The Only Exception 
Last Hope
Brick By Boring Brick
Misery Business

Let The Flames Begin
Part II
Proof
Ain’t It Fun











sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Monumentour - 24 confira fotose vídeos do show em Atlanta, Georgia

Still Into You
That’s What You Get
For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic
Ignorance
Pressure
Decode
The Only Exception
Last Hope
Brick By Boring Brick
Misery Business
Let The Flames Begin
Part II
Proof
Ain’t It Fun









Hayley Williams fala sobre Game of Thrones, o seu vício por ‘N Sync e do seu cabelo para a Rolling Stone

Há quatro anos, quando o Paramore perdeu seus membros fundadores, Zac e Josh Farro, a vocalista Hayley Williams estava certa de que a banda tinha acabado. “Eu pensei: bem, talvez seja como o final de Stand By Me”, disse Hayley, 25 anos. “Nada dura para sempre. Eu vou encontrar outra coisa em que sou boa”. Em vez disso, o Paramore persistiu e, desde o ano passado, são um trio – e ficaram marcados após o grande sucesso do single “Ain’t Fun”. “Eu me sinto absolutamente realizada”, disse Williams. “Para todas as pessoas que acreditam em nós, dizemos: vocês não fizeram tatuagens com as nossas letras para nada. Nós vamos continuar”.



O baixista, Jeremy Davis, recentemente adquiriu uma hérnia na sua turnê de verão com o Fall Out Boy. Você não está preocupada sobre talvez estar pegando pesado?
Eu estou começando a aceitar que 25 não é 16. Há sete ou oito anos, íamos no Taco Bell, pegávamos um burrito e corríamos para o palco. Agora, precisamos de duas horas para ficarmos prontos para o show – O Jeremy e o Taylor [York, guitarrista] tem que cuidar dos tornozelos e eu tenho que fazer alongamentos, assim não machuco meu pescoço fazendo ‘headbanging’. Eu estou amando isso, mas eu definitivamente poderia entrar em colapso em um destes shows.

A turnê é chamada de Monumentour, mas você não tem nenhum monumento no palco. Qual deles você escolheria se pudesse?
Ah, cara. Eu estou vestindo shorts de boxe e um sutiã esportivo, talvez por isso eu levaria o Liberty Bell e seria o Rocky.

Eu vi no twitter que você costumava ser um membro do fã clube do grupo ‘NSync’s. Isso é verdade?
Sim, é verdade. Eu nunca vou esquecer o dia em que o pacote chegou pelo correio. Eu estava tão animada, que eu gravei o dia na parede, junto com o meu pequeno cartão do fã clube e um pôster autografado – provavelmente ele não foi autografado de verdade, mas mesmo assim eu me preocupava com o pôster. Joey [Fatone] era o meu preferido e achei hilário que seu sobrenome fosse soletrado “fat one”.



Antes do Paramore, você e o Jeremy fizeram parte de uma banda cover de funk (The Factory). Existe alguma filmagem dessa banda tocando ou foi tudo destruído?
Sim, há filmagens. Nós nunca destruiríamos isso. Eu pedi à minha mãe, e parece que ela não tem nada sobre essa época, pensei tipo “Você me ama?”. Mas a família do Jeremy tem tudo em VHS. A nossa canção favorita era “Tell Me Something Good”, do Rufus e Chaka Khan. O baixo nessa música é tão incrível.

Eu li que você está assistindo Game of Thrones . Quanto tempo você acha que sobreviveria em Westeros?
Eu acho que não sobreviveria por muito tempo, porque as mulheres nessa série, Deus as abençoe, vivem a pior vida possível. A forma como elas são tratadas é revoltante. Fico tipo, “eu não posso acreditar que estou vendo isso – e eu realmente estou vendo”. Mas se eu pudesse voltar como outra pessoa, gostaria de ser o Tyron. Ele é foda!

Você falou sobre o sexismo que experimentou quando o Paramore ainda tocava em lugares pequenos. Isso melhorou com o tempo?
Eu não sei, honestamente. Eu não confronto isso diretamente, não da maneira que confrontava quando tinha 16 anos. Eu pude ver todas as pessoas no meio da multidão e pude ouvir o que elas estavam dizendo. Eu acho que alguns não sabem lidar com garotas assumindo uma posição de autoridade.



Você acompanhou a decisão da Suprema Corte no caso Hobby Lobby, quanto ao direito das empresas privadas de recusarem o pagamento de contraceptivos na cobertura das apólices de saúde dos seus funcionários, em função da religião dos acionistas?
Isso é uma conversa que estou tendo quase todos os dias com os meus amigos, porque a minha mãe e eu, e um monte de mulheres da minha família, tiveram que tomar anticoncepcional por muitas razões além de “evitar” bebês. Acho que esse é um direito da mulher. O corpo é seu. O seu corpo está ligado com seu cérebro e você pode tomar decisões para o seu corpo. Isso é tudo o que vou dizer sobre isso.

Como você pode notar, eu não lhe pedi para explicar a sua nova cor de cabelo, ao contrário de muita gente esse ano.
(risos). Eu aprecio isso.

Qual foi a pergunta mais idiota que já fizeram sobre o seu cabelo?
Cara, quando me perguntam algo sobre o meu cabelo, prefiro falar sobre as razões que me levam a fazer isso, sabe? Para mim, é só uma maneira expressão pessoal. E isso dói muito menos do que fazer tatuagens. E eu já tenho várias.



Percebi que as músicas do Paramore vão bem em um karaoke. Já fizeram um karaoke do Paramore?
Sim. E foi uma experiência terrível. Eu costumava ir nestes lugares em Nashville, com um grande grupo de amigos, logo após a música Misery Business ter realmente ficado popular. Eles pensaram que era hilário me colocar para cantar. Bem, eu estava tipo “tanto faz”, e eu resolvi tentar. Eu não sei como isso é possível, mas eu acho que soou pior do que qualquer pessoa já soou cantando essa música. Foi lamentável.

Fonte: http://www.paramorebr.com/2014/08/rolling-stone-eu-sinto-absolutamente-realizada-diz-hayley-williams/